A percepção da população a respeito do governo Dilma Rousseff só supera os índices verificados no segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Esses resultados podem ser observados nos resultados da pesquisa CNI/Ibope sobre avaliação de governo, avaliação da maneira de governar e confiança nos presidentes eleitos desde 1994.
Na pesquisa divulgada hoje, a avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff atingiu 31%. Em junho de 2002, no segundo mandato de FHC, o porcentual era de 29%. Em julho de 1998, no primeiro mandato de FHC, o índice era de 32%. No segundo mandato de Lula, em junho de 2010, a avaliação positiva era de 75%, e em junho de 2006, no primeiro mandato, era de 44%.
Segundo a CNI/Ibope, 44% dos consultados aprovam a maneira de governo da presidente Dilma. Esse índice também só supera o verificado no segundo mandato de FHC, que era de 43% em junho de 2002. No primeiro mandato de FHC, a aprovação na maneira de governar era de 51%. Na mesma época do ano, Lula tinha 85% no primeiro mandato e 60% no segundo mandato.
A confiança na presidente Dilma atingiu 41% na pesquisa divulgada hoje. Em junho de 2002, FHC tinha 39%. Em seu primeiro mandato, em julho de 1998, FHC tinha 50%. Lula tinha 81% em junho de 2010 e 56% em junho de 2006.
Segundo o gerente de Pesquisa e Competitividade da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato Fonseca, indicadores de avaliação de governo e confiança no presidente são muito influenciados pela situação econômica pela qual o País passa. Fonseca mencionou que o fim do segundo mandato de FHC foi marcado pelo aumento da inflação, a exemplo do que ocorre neste momento no governo Dilma.
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...