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Duelo de híbridos

Existem carros que, graças ao seu estilo simpático, ganham apelidos com facilidade. Um deles é o Honda Fit (Jazz, na Europa) híbrido, um carro ágil, versátil e moderno. Devido à sua cor verde-metálica, ele pode ser chamado de “sapo”, e é o primeiro compacto híbrido no Velho Continente. Por lá, ele custa 19.290 euros (cerca de R$ 50.500 sem incluir taxas e custos de importação).




Na Europa, o Toyota Yaris desponta como uma boa opção de híbrido com preço acessível e que ainda pode rodas só no modo elétrico


O seu principal rival é o Toyota Yaris, cujos pneus dianteiros não “cantam” mesmo quando os seus 17,2 mkgf de torque entram em ação rapidamente, mas o zumbido elétrico que o seu motor emite por até 2 quilômetros ou a 50 km/h, no máximo, chama a atenção, principalmente entre os compactos.




O Yaris tem condução agradável, além de consumir pouco combustível no uso urbano.


O Toyota é mais barato que o Honda e custa a partir de 16.960 euros. Por esse preço, ele traz um motor 1.5 modificado, em relação ao da antiga geração do Prius, além de baterias de níquel. O conjunto de acumuladores é composto de 120 células e encaixado embaixo do banco traseiro, enquanto o resto da tecnologia se localiza sob o capô.




No modo elétrico (EV) é possível rodar apenas com o motor elétrico, mas por apenas alguns quilômetros


Com isso, o interior do Yaris, assim como ocorre no Honda, é praticamente idêntico ao das versões com motor somente a combustão interna. A diferença fica por conta de pequenas alterações no console e na iluminação dos painéis, além da inclusão de indicadores que permitem visualizar o fluxo da energia. No Fit híbrido existe ainda um monitor de LCD, e a iluminação dos instrumentos pode mudar de cor a fim de incentivar uma condução mais econômica, indo do verde (ideal) ao azul-escuro (menos eficiente).




Na cabine do Yaris encontram-se as teclas Eco Mode e EV Mode, iguais às do Prius


O Honda se sai especialmente bem ao trafegar na cidade. As respostas ao acelerador são mais do que suficientes para permitir ultrapassagens com rapidez e, além disso, o modelo é muito confortável.




Em comparação com o Yaris, o Fit híbrido é caro, principalmente porque o seu sistema motriz é mais simples que o do Toyota


Isso, porém, muda na estrada. Como as baterias têm autonomia muito pequena e não podem contar com a ajuda do sistema de regeneração de energia dos freios, o motor a combustão acaba “sobrecarregado”, pois tem de movimentar o carro e ainda manter a carga das baterias. Isso resulta em muito barulho, pois o câmbio CVT deixa o motor 1.3 a gasolina em seu nível ideal de eficiência, mas não no de acústica. Também ajudam o Fit híbrido a se tornar mais econômico o comando variável, além das bronzinas especiais e a reformulação dos cilindros.




O interior versátil do Fit é um dos seus principais aspectos positivos


Já o Yaris oferece uma tração um pouco superior devido à atuação do motor elétrico. O Toyota e o Honda proporcionam muita diversão no tráfego urbano e em viagens curtas por estradas, onde aliam boa performance com baixo consumo.




O interior do Fit é praticamente igual ao da versão a gasolina, com destaque para a tela de LCD no centro do painel


Dirigindo sem exageros, o consumo médio urbano do Yaris ficou em 28,5 km/l (21,7 km/l para o Fit híbrido). Bons números. Já o Fit tem na  versatilidade interna o seu principal destaque. Os técnicos das fabricantes rivais deveriam conferir como é simples e funcional rebater os bancos traseiros do modelo da Honda, o que permite abrigar facilmente uma bicicleta em seu interior.
O Yaris não possui um sistema equivalente, mas agrada graças à sua cabine espaçosa e à melhor visibilidade. No Fit, as colunas dianteiras atrapalham a visão.





A iluminação auxilia o motorista a adotar uma condução econômica


Além disso, o Fit híbrido balança mais do que o Toyota, o que, na avaliação geral, o deixa atrás do Yaris. Custando menos, o Toyota fecha definitivamente o capítulo sobre preço. O Yaris é um carro verde convincente, mesmo que a cor de sua carroceria não indique isso.

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