No entanto, o comércio no Silk Road funciona escondido na ‘deep web’, o espaço da rede acessível somente usando o Tor, um browser para navegação anônima.
Nele, os sites têm endereços cifrados e não podem ser encontrados por mecanismos de busca tradicionais como o Google.
Ao todo, o comércio no Silk Road movimenta cerca de R$ 2,4 milhões por mês, segundo Nicolas Christin, da Universidade Carnegie Mellon (EUA), autor do primeiro estudo sobre o site.
Concluída em julho do ano passado e revisada em novembro, a pesquisa mostra que a maioria dos vendedores comercializa poucos itens, que as entregas são feitas por correio e que drogas são o carro-chefe.
Com 14% dos itens à venda, a principal categoria é maconha, inclusive em volume de negócios.