Quatro meses antes de renunciar à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira renovou o contrato com a International Sports Events (ISE), no dia 15 de novembro de 2011, em Doha, no Qatar. O acordo deu à empresa da Arábia Saudita, com sede nas Ilhas Cayman, o direito de organizar jogos da seleção brasileira até a Copa do Mundo de 2022, que será no Qatar.
A informação está publicada no site do jornal Folha de São Paulo. Segundo a reportagem, o contrato entre a CBF e a ISE prevê o pagamento de uma taxa de US$ 1,050 milhão (R$ 2,12 milhões) em cada partida da seleção.
Trata-se de um aumento de pouco mais de 20% em relação ao anterior.
A ISE foi responsável pelos amistosos do time da CBF entre 2006 e 2010 --em março daquele ano, houve uma alteração no contrato para contemplar mais dez partidas. Por esse acordo, a CBF recebia 805 mil dólares por jogo.
A ISE compra o direito de organizar as partidas da seleção, mas não é efetivamente ela quem negocia os diretos de transmissão, placas de publicidade, bilheteria e potenciais adversários.
Esse trabalho é terceirizado e, sob o novo contrato, também há uma nova parceira tratando pela CBF e pela ISE das partidas do Brasil.
Há 12 dias, a Pitch International, uma empresa inglesa de marketing esportivo, anunciou com alarde que havia acertado com a CBF para organizar a parte operacional dos amistosos até 2022, função que até este ano pertencia à suíça Kentaro.
O primeiro jogo a ser organizado pela Pitch será em outubro, provavelmente contra o Japão, na Polônia.
A informação está publicada no site do jornal Folha de São Paulo. Segundo a reportagem, o contrato entre a CBF e a ISE prevê o pagamento de uma taxa de US$ 1,050 milhão (R$ 2,12 milhões) em cada partida da seleção.
Trata-se de um aumento de pouco mais de 20% em relação ao anterior.
A ISE foi responsável pelos amistosos do time da CBF entre 2006 e 2010 --em março daquele ano, houve uma alteração no contrato para contemplar mais dez partidas. Por esse acordo, a CBF recebia 805 mil dólares por jogo.
A ISE compra o direito de organizar as partidas da seleção, mas não é efetivamente ela quem negocia os diretos de transmissão, placas de publicidade, bilheteria e potenciais adversários.
Esse trabalho é terceirizado e, sob o novo contrato, também há uma nova parceira tratando pela CBF e pela ISE das partidas do Brasil.
Há 12 dias, a Pitch International, uma empresa inglesa de marketing esportivo, anunciou com alarde que havia acertado com a CBF para organizar a parte operacional dos amistosos até 2022, função que até este ano pertencia à suíça Kentaro.
O primeiro jogo a ser organizado pela Pitch será em outubro, provavelmente contra o Japão, na Polônia.