Se a Sony α7 já era uma câmara apetecível, agora temos a nova α7 II (ILCE-7M2), que a marca nipónica diz ser a a primeira câmara do mundo com estabilização óptica de imagem de 5 eixos concebida para um sensor de imagem Full Frame.
A α7 II usa um sensor CMOS Exmor Full Frame de 35 mm com 24.3MP, montando num sistema móvel de cinco eixos (X, Y, rotações, e ângulo vertical e horizontal) capaz de compensar todo o tipo de movimentos e equivalendo a uma correcção da velocidade de obturação até 4.5 passos mais rápida para fotografias. É o suficiente para tornar possíveis fotografias em condições de iluminação reduzida que noutras câmaras obrigariam a utilizar um tripé.
Para garantir uma focagem rápida e eficiente a câmara usa um um sistema AF híbrido rápido, com um sensor AF de detecção de fases de 117 pontos, em combinação com AF de detecção de contraste de 25 pontos. Combinados com um novo algoritmo, a A7 II é 30% mais rápida que os modelos anteriores numa variedade de cenários. Outras coisas que podemos encontrar nesta câmara: Visor XGA OLED Tru-Finder, painel LCD White Magic, NFC e WiFI, gravação de vídeo (até Full HD 1080p@60) com bitrates de 50Mbps em XAVC-S, construção em liga de magnésio e resistente à humidade e pó, live-view, etc.
A α7 II estará disponível na Europa a partir de Janeiro de 2015, com um preço de, aproximadamente, 1800 euros para o corpo e 2100 euros para o kit com lente 28-70mm.
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...