Pivô de muitas reclamações dos jogadores, a arbitragem foi mais uma vez tema no São Paulo na reapresentação do grupo após o clássico contra o Corinthians, vencido pelo rival por 3 a 2. Entre os temas mais criticados pelos são-paulinos está o pênalti marcado após toque na mão de Antonio Carlos em rebote de Denis.
Ao falar sobre a atuação de Luiz Flávio de Oliveira, Alan Kardec voltou a expor o descontentamento do grupo com o lance, mas em tom bem mais ameno do que a maioria dos companheiros adotou após a partida. Para o jogador, é hora de o assunto ficar para trás.
"Olhei friamente, até porque às vezes você sai de cabeça quente da partida. Achei que poderia não ser marcado o pênalti porque foi um lance natural de corrida e isso já está dando o que falar desde antes, com alguns pênaltis marcados que as pessoas não concordam. Alguns podem achar que foi pênalti, mas agora é um assunto passado", disse.
Kardec minimizou os lances da arbitragem e admitiu que o São Paulo ficou devendo futebol no Itaquerão. Nos 90 minutos, a equipe chegou apenas quando fez os gols e não deu um chute na meta de Cássio com a bola rolando.
"Temos que reconhecer que a equipe não criou tanto e não finalizamos muito ao gol, pelo que vi foram as duas vezes e o Corinthians criou um pouco mais. Temos que continuar trabalhando foram dois jogos dificílimos que tivemos e deixamos seis pontos para trás que poderiam ter nos deixado mais próximos do líder. Já é passado. A equipe não criou tanto, não adianta ficar dando volta em cima dos pênaltis, é apagar o que aconteceu e pensar no futuro", comentou.
O São Paulo se reapresentou nesta segunda-feira e terá problemas para o jogo contra o Flamengo, nesta quarta, no Morumbi. Rafael Toloi está fora por causa de um estiramento na coxa esquerda, Alvaro Pereira cumpre suspensão e Rogério Ceni, com tendinite no joelho esquerdo, segue como dúvida.
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...