Poucos serão aqueles para quem o nome MS-DOS ainda fará algum sentido (especialmente se tiverem menos de 30 anos), mas para quem ainda se recorda com alguma nostalgia deste sistema operativo irá certamente reavivar algumas memórias com o anúncio de que a Microsoft vai disponibilizar publicamente o código-fonte do MS-DOS.
Trata-se de mais um projecto feito em parceria com o Computer History Museum e que visa preservar para a posteridade alguns dos elementos mais marcantes na História dos computadores, e na qual o MS-DOS tem lugar indisputado. Os mais curiosos terão assim possibilidade de espreitar como foi feito o MS-DOS 1.1 e 2.0 (assim como o Microsoft Word para Windows 1.1a, que também vai ser disponibilizado) e talvez ganhar uma nova perspectiva sobre o tempo em que os volumosos computadores desktop tinham características milhares de vezes inferiores às que agora carregam no seu bolso diariamente, nos seus smartphones.
Vestígios do MS-DOS resistem até aos dias de hoje, continuando a assustar todos aqueles que têm que se aventurar na linha de comandos do Windows, e onde as coisas passam a ser feitas escrevendo-se aqueles estranhos comandos que parecem saído dos filmes de hackers em vez de se fazerem com o rato ou gestos num touchscreen. (Bónus: se a memória não me trai, penso que é no filme 2010 que vemos os ecrãs na nave espacial a fazerem DIR's sucessivos apresentando uma listagem dos ficheiros no ecrã. :)
Mas talvez mais assustador será pensar que naqueles distantes anos 80, tínhamos um sistema operativo que nos permitia utilizar um computador e que ocupava uns reduzidos 300KB... e que hoje em dia uma partição de 40GB começa a ser curta para instalar um Windows. (Sim, eu sei que não é uma comparação justa... mas... continua a irritar-me o espaço ocupado/desperdiçado com coisas que nunca iremos utilizar). Mas deixemos as "reclamações" para outro dia... hoje é dia de festa e de relembrarmos o velhinho MS-DOS
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...