A maioria das pessoas que guarda um ferro de soldar em casa ainda associará o nome LED ao simpático componente com carapuço de plástico de 5mm que se iluminava nos seus circuitos electrónicos. Desde então os LEDs têm surgido em tamanhos cada vez mais reduzidos, mas agora investigadores dizem ter criado o mais pequeno LED possível.
Medindo apenas três átomos de espessura, estes LEDs apresentam a menor espessura possível para criar LEDs funcionais, e cerca de vinte vezes mais finos que os mais finos LEDs actuais. Para se ter uma ideia do que isto representa, com esta espessura seria possível empilhar 10 mil LEDs na espessura de num único cabelo (isso sim, seria um ecrã de alta-densidade! :)
Para além do seu tamanho super-reduzido que abre novas perspectivas para a computação fotónica, onde em vez de electricidade temos luz a percorrer o interior dos chips, estes LEDs têm também a vantagem de ser bastante resistentes e flexíveis, fazendo antever muitas mais aplicações em áreas onde a aplicação de LEDs seria impraticável com os LEDs convencionais. Por exemplo, facilmente se poderá imaginar um futuro onde roupa e outros materiais flexíveis possam estar revestidos destes LEDs microscópicos, e fazer com que uma tela possa dispensar o projector para nos apresentar uma imagem de "cinema" na nossa parede... ou até o próprio "papel de parede" ser um ecrã gigante.
Mas, para isso teremos que continuar a dar pequenos passos nesse sentido, e estes LEDs com apenas três átomos de espessura representam apenas mais um que nos leva em direcção a esse futuro.
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...