O Google não gostou de descobrir que a NSA interceptava o seu tráfego interno para poder espiar os emails dos utilizadores do Gmail, e não demorou muito a implementar um sistema que evita que isso se repita.
A partir de agora o Gmail passa a usar sempre uma ligação HTTPS para segurança acrescida, algo que sempre esteve disponível mas que era de uso opcional (embora desde 2010 que tenha passado a ser a forma usada normalmente pelo Gmail). Agora, passa a ser a única forma de aceder ao Gmail, e garante que ninguém se possa intrometer nos vossos emails, mesmo que estejam a usar uma rede WiFi pública.
Mas para que a situação da NSA não se repita, agora o Google passa a encriptar todos os emails internamente, mantendo-as codificadas enquanto passam de servidor em servidor, e só sendo descodificadas quando são enviadas para o cliente final (que estará a usar HTTPS obrigatoriamente, evitando que possa ser espiado nessa altura - pelo menos a nível de intercepção do tráfego de internet entre as máquinas.)
O Google refere ainda que o seu serviço Gmail esteve disponível 99.978% do tempo durante o ano de 2013, sendo o equivalente a uma falha de apenas 2h para cada utilizador durante todo o ano (mas já sabemos como é a Lei de Murphy, que garante que essas 2h acontecerão no pior momento possível, em que o acesso ao email nos seria essencial.)
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...