Os EUA continuam a recusar reconhecer os Bitcoin como moeda, mas não perderam a oportunidade de ganhar algum dinheiro à sua custa. A solução: aplicar impostos aos Bitcoin como se fosse qualquer outro bem de valor.
Nos EUA não se brincam com os impostos (o Al Capone que o diga), e até ao momento as coisas estavam completamente indefinidas sobre como se deveriam tratar os Bitcoins. Agora, o IRS (não é o nosso IRS, mas sim as "Finanças" norte-americanas) veio esclarecer de uma ver por todas como é que se devem taxar os bitcoins e demais moedas criptográficas que estão na moda.
Não sei se a forma encontrada irá agradar a todos - se bem que, quando se trata de pagar, poucos estarão de acordo - mas parece-me que a coisa não terá em conta a enorme volatilidade que estas moedas têm; sendo que o IRS considera que o contribuinte terá que declarar o seu "justo valor de mercado" à data da transacção. Isto faz com que alguém que receba o valor num dia em que a moeda valha $600, vá pagar impostos sobre esse valor mesmo que no dia seguinte já tenha descido para $100 (embora, também seja verdade o oposto, claro.)
Uma coisa é certa... cabe sempre ao mesmo lado pagar, e ao outro receber. Agora só falta começarem a oferecer automóveis a quem fizer transacções em Bitcoins... :)
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...