Enquanto sua transferência para o Barcelona continua provocando polêmica, Neymar se concentra na recuperação da lesão que sofreu no tornozelo direito. Na manhã desta sexta-feira (31), ele voltou a treinar em campo, ainda afastado do restante do grupo e fazendo apenas trabalhos físicos, mas dando mostras de que o retorno ao time espanhol pode estar próximo.
Neymar torceu o tornozelo direito em 16 de janeiro, durante a vitória por 2 a 0 sobre o Getafe pela Copa do Rei, e chegou a precisar de muletas nos primeiros dias após a lesão. A previsão inicial era de que ele ficaria de 3 a 4 semanas em recuperação, mas o jovem astro brasileiro, que completa 22 anos na próxima quarta-feira, vem evoluindo bem.
Nesta sexta, enquanto o elenco do Barcelona treinava para enfrentar o Valencia neste sábado, pelo Campeonato Espanhol, Neymar utilizou um dos campos do CT do clube para fazer trabalho físico. Ao lado do fisioterapeuta Juanjo Brau, ele mostrou boa desenvoltura na atividade, aparentemente sem ter limitações ou dores no tornozelo direito.
A comissão técnica do Barcelona trabalha para que Neymar esteja em boas condições para enfrentar o Manchester City no dia 18 de fevereiro, na Inglaterra, no jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa. O atacante também não será problema para o próximo amistoso da seleção brasileira, previsto para 5 de março, contra a África do Sul.
Nesse período em que está afastado do futebol por causa da lesão, Neymar tem sido notícia mundialmente por causa das polêmicas envolvendo sua transferência para o Barcelona em maio do ano passado. O conturbado caso já provocou até mesmo a renúncia do presidente do clube espanhol, Sandro Rosell, além de criar atrito entre o Santos e o pai do jogador.
Limitando-se a confirmar o óbvio, a proliferação de múltiplas plataformas de streaming com conteúdos exclusivos tem apenas servido para fomentar o regresso à pirataria. Depois das plataformas de streaming terem ajudado a reduzir a pirataria, assistimos agora a efeito contrário devido ao aparecimento de um número cada vez maior de plataformas, onde cada uma luta por manter o controlo sobre conteúdos exclusivos como forma de se diferenciar das demais. O problema é que, se a maioria das pessoas até estará disposta a pagar por um serviço de streaming (ou até dois ou três), inevitavelmente se chega a um ponto em que se dirá "basta". É precisamente essa a conclusão de um estudo sobre as plataformas de streaming e a pirataria . A grande maioria dos consumidores considera já estar a pagar demasiado pelos serviços de streaming, e mais de metade diz não estar disposto a pagar por qualquer outro serviço adicional. Talvez mais esclarecedor ainda, é que metade dos inquirido...