O preço do litro da gasolina chegou, nesta semana, ao valor máximo de R$ 3,16 pela primeira vez em Uberlândia após ter aumento que variou de R$ 0,12 a R$ 0,17 na maioria dos postos. Até então, o combustível podia ser encontrado por valores entre R$ 2,99 e R$ 3,04 na cidade. Nas vizinhas Uberaba e Araguari, o derivado de petróleo custa até R$ 3,11 e R$ 3,08, respectivamente, situação que coloca a cidade uberlandense como a que mais cobra pelo produto dentre os três maiores municípios do Triângulo Mineiro.
Em Uberlândia, também houve um reajuste no etanol, que chegou até a média de R$ 2,16.
Nesse preço, o derivado vegetal continua sendo mais vantajoso do que a gasolina para os consumidores que têm carro flex. E a explicação para o aumento de ambos os combustíveis está embasada no comércio do próprio álcool, afirmou o vice-diretor regional do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), Marcelo Alcântara.
Segundo ele, como a produção de cana-de-açúcar está na entressafra desde novembro, houve elevação, nesta segunda quinzena de janeiro, no valor do álcool anidro produzido nas usinas, produto que representa 25% da composição da gasolina. “Junto a isso, agora é que aplicamos de fato o aumento de 4% permitido pela Petrobras em novembro de 2013. Isso porque, no início do ano, diminuímos nossas margens (de lucro) pelo fato de as vendas serem ruins”, afirmou.
De acordo com o presidente executivo da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), Mário Ferreira Campos Filho, esse acréscimo provocado pelo anidro usado na gasolina gerou encarecimento de R$ 0,10 a R$ 0,15 no preço do litro do combustível derivado de petróleo, mas ocorreu ainda em novembro do ano passado. Por isso, Campos Filho disse acreditar que os reajustes verificados em Uberlândia, nesta segunda quinzena de janeiro, também visam à recomposição de margens de lucro. “Os produtores e as usinas estão estáveis. Temos estoque até o início da safra em abril”, disse, minimizando a justificativa da Minaspetro para a alta, baseada no fato da produção de cana estar na entressafra.
Mesmo com o estoque de álcool anidro (que representa 25% da gasolina) estável, indicando que não haverá problemas na oferta e demanda de gasolina, a Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig) indica que há a possibilidade de novas elevações de preços como a que foi registrada nesta semana em Uberlândia.
“Aumentos são correções entre demanda e oferta. O mercado está estável, mas não se pode afirmar que continuará assim”, afirmou o presidente executivo da Siamig, Mário Ferreira Campos Filho.
De acordo com o vice-diretor regional do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), Marcelo Alcântara, caso haja nova alta na produção até abril deste ano, quando começa a safra da cana-de-açucar, o repasse que vai encarecer o valor do combustível deverá ser feito pelos postos em Uberlândia.
Fonte: Correio de Uberlândia
Em Uberlândia, também houve um reajuste no etanol, que chegou até a média de R$ 2,16.
Nesse preço, o derivado vegetal continua sendo mais vantajoso do que a gasolina para os consumidores que têm carro flex. E a explicação para o aumento de ambos os combustíveis está embasada no comércio do próprio álcool, afirmou o vice-diretor regional do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), Marcelo Alcântara.
Segundo ele, como a produção de cana-de-açúcar está na entressafra desde novembro, houve elevação, nesta segunda quinzena de janeiro, no valor do álcool anidro produzido nas usinas, produto que representa 25% da composição da gasolina. “Junto a isso, agora é que aplicamos de fato o aumento de 4% permitido pela Petrobras em novembro de 2013. Isso porque, no início do ano, diminuímos nossas margens (de lucro) pelo fato de as vendas serem ruins”, afirmou.
De acordo com o presidente executivo da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), Mário Ferreira Campos Filho, esse acréscimo provocado pelo anidro usado na gasolina gerou encarecimento de R$ 0,10 a R$ 0,15 no preço do litro do combustível derivado de petróleo, mas ocorreu ainda em novembro do ano passado. Por isso, Campos Filho disse acreditar que os reajustes verificados em Uberlândia, nesta segunda quinzena de janeiro, também visam à recomposição de margens de lucro. “Os produtores e as usinas estão estáveis. Temos estoque até o início da safra em abril”, disse, minimizando a justificativa da Minaspetro para a alta, baseada no fato da produção de cana estar na entressafra.
Associação aponta a possibilidade de novos aumentos nos preços
Mesmo com o estoque de álcool anidro (que representa 25% da gasolina) estável, indicando que não haverá problemas na oferta e demanda de gasolina, a Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig) indica que há a possibilidade de novas elevações de preços como a que foi registrada nesta semana em Uberlândia.
“Aumentos são correções entre demanda e oferta. O mercado está estável, mas não se pode afirmar que continuará assim”, afirmou o presidente executivo da Siamig, Mário Ferreira Campos Filho.
De acordo com o vice-diretor regional do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), Marcelo Alcântara, caso haja nova alta na produção até abril deste ano, quando começa a safra da cana-de-açucar, o repasse que vai encarecer o valor do combustível deverá ser feito pelos postos em Uberlândia.
Fonte: Correio de Uberlândia