Sinceramente, tenho que confessar que por esta altura o Chrome OS já fosse um grande sucesso... mas, mesmo parecendo ter passado para projecto de "segundo plano" do Google, atrás do Android e do próprio Chrome, eis que o Google vem relembrar que o Chrome OS continua vivo e cada vez melhor.
Para acompanhar a chegada do novo Chromebook e da primeira Chromebox (que nos chegam da Samsung), com novos CPUs e aceleração gráfica por hardware que parecem deixar para trás as críticas de lentidão e falta de potência dos primeiros Chromebooks, chega também uma nova versão do Chrome OS (19).
O Google chegou à conclusão de que seria melhor utilizar um interface idêntico ao de OS convencional, e passa a permitir maior controlo sobre a movimentação e redimensionamento das janelas (incluindo novos modos "full-screen" e de janelas sem "barra de endereço" que muito facilmente passarão por apps "nativas").
Para além de mais funcionalidades em modo offline, o Google oferece também uma versão revista do Chrome Remote Desktop Beta, que permitirá aceder remotamente a um PC Mac ou Windows a partir do Chrome OS. (Considerando que um Chromebook demora 7 ou 8 segundo a ficar pronto a funcionar após um boot... poderá tornar-se no companheiro ideal para trabalho remoto no computador de casa.)
Infelizmente, continuo a achar que com um preço na ordem dos $500, este Chromebook continuará a ser pouco atractivo face às alternativas existentes: desde os portáteis "normais", aos ultrabooks que começam a chegar a preços cada vez mais baixos; e obviamente sem esquecer tablets e "transformers" que quando equipados com um Chrome para Android decente... tornarão esta escolha ainda mais complicada.
Para acompanhar a chegada do novo Chromebook e da primeira Chromebox (que nos chegam da Samsung), com novos CPUs e aceleração gráfica por hardware que parecem deixar para trás as críticas de lentidão e falta de potência dos primeiros Chromebooks, chega também uma nova versão do Chrome OS (19).
O Google chegou à conclusão de que seria melhor utilizar um interface idêntico ao de OS convencional, e passa a permitir maior controlo sobre a movimentação e redimensionamento das janelas (incluindo novos modos "full-screen" e de janelas sem "barra de endereço" que muito facilmente passarão por apps "nativas").
Para além de mais funcionalidades em modo offline, o Google oferece também uma versão revista do Chrome Remote Desktop Beta, que permitirá aceder remotamente a um PC Mac ou Windows a partir do Chrome OS. (Considerando que um Chromebook demora 7 ou 8 segundo a ficar pronto a funcionar após um boot... poderá tornar-se no companheiro ideal para trabalho remoto no computador de casa.)
Infelizmente, continuo a achar que com um preço na ordem dos $500, este Chromebook continuará a ser pouco atractivo face às alternativas existentes: desde os portáteis "normais", aos ultrabooks que começam a chegar a preços cada vez mais baixos; e obviamente sem esquecer tablets e "transformers" que quando equipados com um Chrome para Android decente... tornarão esta escolha ainda mais complicada.
