"Se a TAP tivesse de reduzir os curstos em 15% teria de cortar rotas" e isso iria diminuir a sua receita, avisou Fernando Pinto, à saÃda da Comissão Parlamentar de Obras Públicas onde foi ouvido a pedido do CDS/PP.
[caption id="attachment_14232" align="alignright" width="300" caption="Presidente da TAP diz que não vai pedir um regime de excepção, mas propõe um \"mix\" entre corte de custos e aumento de receitas"]
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O presidente da TAP, para cumprir aquela meta propõe um 'mix' de corte de custos de 180 milhões de euros, dividido por três anos e compromete-se com um aumento das receitas da companhia na ordem dos 200 milhões de euros. "É uma empresa diferente que tem de ser analisada de forma diferente", realçou o lÃder da transportadora.
Fernando Pinto avisou, contudo, que os sindicatos da TAP estão a "pressionar muito" no que toca aos cortes salariais. Segundo o presidente da TAP, os representantes sindicais sublinham que, nos últimos 10 anos, os aumentos na transportadora foram de 4,5%, enquanto na Função Pública se cifraram em 10%. Este dado, acrescentam, serve para mostrar que a contenção salarial na TAP tem sido feito ao longo do tempo. "Isso é um problema que eu tenho", acrescentou.
O presidente da TAP assegurou, contudo, que não vai pedir um regime de excepção em matéria salarial ao Ministério das Obras Públicas, o qual ainda hoje vai entregar a proposta de plano de redução de custos. Considera, em contrapartida, que a transportadora tem especificidades que devem ser tidas em conta. Um corte nos salários de 15% corresponde aos gastos anuais com combstÃvel, ligeiramente superiores a 300 milhões de euros.
[caption id="attachment_14232" align="alignright" width="300" caption="Presidente da TAP diz que não vai pedir um regime de excepção, mas propõe um \"mix\" entre corte de custos e aumento de receitas"]
O presidente da TAP, para cumprir aquela meta propõe um 'mix' de corte de custos de 180 milhões de euros, dividido por três anos e compromete-se com um aumento das receitas da companhia na ordem dos 200 milhões de euros. "É uma empresa diferente que tem de ser analisada de forma diferente", realçou o lÃder da transportadora.
Fernando Pinto avisou, contudo, que os sindicatos da TAP estão a "pressionar muito" no que toca aos cortes salariais. Segundo o presidente da TAP, os representantes sindicais sublinham que, nos últimos 10 anos, os aumentos na transportadora foram de 4,5%, enquanto na Função Pública se cifraram em 10%. Este dado, acrescentam, serve para mostrar que a contenção salarial na TAP tem sido feito ao longo do tempo. "Isso é um problema que eu tenho", acrescentou.
O presidente da TAP assegurou, contudo, que não vai pedir um regime de excepção em matéria salarial ao Ministério das Obras Públicas, o qual ainda hoje vai entregar a proposta de plano de redução de custos. Considera, em contrapartida, que a transportadora tem especificidades que devem ser tidas em conta. Um corte nos salários de 15% corresponde aos gastos anuais com combstÃvel, ligeiramente superiores a 300 milhões de euros.