As negociações sobre uma possÃvel fusão entre a espanhola Telefónica e sua parceira Telecom Italia começaram, afirmaram fontes italianas próximas ao assunto.
Tanto a empresa espanhola quanto o governo italiano se mantêm cautelosos sobre um acordo, disseram as fontes, com uma delas acrescentando que nenhuma transação é provável antes das eleições regionais na Itália no fim de arço.
"Qual será o resultado é difÃcil afirmar. A verdade é que as conversas ainda estão em um nÃvel preliminar", disse a fonte. "A questão está sendo discutida, mas será difÃcil haver uma decisão antes das eleições regionais."
A Telefónica preferiu não falar sobre o assunto.
Especulações sobre um acordo entre as empresas cresceram nas últimas semanas, fazendo as ações da Telecom Italia subirem, mas polÃticos de Roma receosos se opõem a deixar a rede de telefonia do paÃs em mãos de estrangeiros.
A Telefónica é a maior acionista no grupo de investidores Telco que controla a Telecom Italia e há tempos é considerada a compradora mais lógica da empresa, apesar de precisar de um aval do governo italiano.
PRESSÃO DE MADRI?
A fonte minimizou recentes comentários do governo do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, que sugeriram que Roma não vai interferir no assunto.
"A leitura mais precisa no momento parece ser a de que o governo está aparentando se abrir para um acordo, em resposta a certas pressões da Espanha", disse a fonte.
Uma fonte italiana próxima à questão disse anteriormente que os bancos italianos estão fazendo um lobby para um acordo entre a espanhola Abertis e a italiana Atlantia para que se prepararem para uma compra mútua da Telecom Italia e Telefónica.
Uma segunda fonte disse que o governo está preocupado com ataques polÃticos sobre não salvar a identidade italiana da Telecom Italia no acordo.
PROBLEMAS NA AMÉRICA LATINA?
As duas empresas possuem fortes operações na América Latina, onde podem haver questões maiores.
Enfrentando termos antitruste, a Telefónica provavelmente tentará reter a unidade Tim Brasil da Telecom Italia ao invés da operadora de telefonia Vivo, que controla junto com a Portugal Telecom, afirmou a primeira fonte.
Uma terceira fonte disse que o grupo combinado dará preferência ao controle da Tim Brasil em vez de metade da Vivo, que é a maior empresa de telefonia móvel do Brasil.
Fonte: G1
Tanto a empresa espanhola quanto o governo italiano se mantêm cautelosos sobre um acordo, disseram as fontes, com uma delas acrescentando que nenhuma transação é provável antes das eleições regionais na Itália no fim de arço.
"Qual será o resultado é difÃcil afirmar. A verdade é que as conversas ainda estão em um nÃvel preliminar", disse a fonte. "A questão está sendo discutida, mas será difÃcil haver uma decisão antes das eleições regionais."
A Telefónica preferiu não falar sobre o assunto.
Especulações sobre um acordo entre as empresas cresceram nas últimas semanas, fazendo as ações da Telecom Italia subirem, mas polÃticos de Roma receosos se opõem a deixar a rede de telefonia do paÃs em mãos de estrangeiros.
A Telefónica é a maior acionista no grupo de investidores Telco que controla a Telecom Italia e há tempos é considerada a compradora mais lógica da empresa, apesar de precisar de um aval do governo italiano.
PRESSÃO DE MADRI?
A fonte minimizou recentes comentários do governo do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, que sugeriram que Roma não vai interferir no assunto.
"A leitura mais precisa no momento parece ser a de que o governo está aparentando se abrir para um acordo, em resposta a certas pressões da Espanha", disse a fonte.
Uma fonte italiana próxima à questão disse anteriormente que os bancos italianos estão fazendo um lobby para um acordo entre a espanhola Abertis e a italiana Atlantia para que se prepararem para uma compra mútua da Telecom Italia e Telefónica.
Uma segunda fonte disse que o governo está preocupado com ataques polÃticos sobre não salvar a identidade italiana da Telecom Italia no acordo.
PROBLEMAS NA AMÉRICA LATINA?
As duas empresas possuem fortes operações na América Latina, onde podem haver questões maiores.
Enfrentando termos antitruste, a Telefónica provavelmente tentará reter a unidade Tim Brasil da Telecom Italia ao invés da operadora de telefonia Vivo, que controla junto com a Portugal Telecom, afirmou a primeira fonte.
Uma terceira fonte disse que o grupo combinado dará preferência ao controle da Tim Brasil em vez de metade da Vivo, que é a maior empresa de telefonia móvel do Brasil.
Fonte: G1